Resenha: Corrida Infernal


Livro: Corrida Infernal
Série: Vaga-lume
Autor(a): Marcos Rey
Gênero: Infanto-juvenil, Ação, Aventura
Editora: Ática
Páginas: 117

   Sinopse:

No metrô de São Paulo, uma desconhecida entrega Maitê a Elaine. Trata-se de uma boneca encantadora e a menina ficou fascinada. Mas é aí que começam seus problemas. Elaine passa a ser seguida por uma perigosa quadrilha, comandada pelo diabólico Bóris. Para escapar desse bando satânico, Elaine e Vítor, seu namorado, vão ter que enfrentar uma corrida verdadeiramente infernal.

(Sinopse padrão para Corrida Infernal, disponível na página online dedicada ao livro, no Skoob e Saraiva.)

   Conhecendo o livro:

É isso aí: chegamos ao décimo romance juvenil do Marcos Rey na série Vaga-lume! Depois dos seus livros anteriores já publicados, ele foi consagrado. Um dos autores mais queridos dos fãs da série Vaga-lume, e leitores nacionais em geral. Com histórias repletas de ação, aventura e suspense, ele divertiu e emocionou (e isso ainda continua assim, em ação) a todos que leram seus livros.

Em Corrida Infernal, estamos de volta à São Paulo, The biggest Brazil city! o/ Desculpem o entusiasmo, adoro SP! *--* Voltando ao livro, dessa vez acompanhamos Elaine, seu namorado Vítor, e sua avó Selma. Com um enredo típico do autor, somos entrelaçados na história e vida dessas personagens simples, mas de ótima índole. Elaine é uma órfã, morando apenas com a avó, uma senhora idosa e gorda. Elas vivem no quinto andar de um prédio de apartamentos do lado do conhecido Minhocão, o viaduto. Ah, também mora com ela uma gata de estimação (I love cats!), chamada Christie. ...perceberam a tirada? A gata Christie: kkkkkkk. Sim, é isso mesmo, vovó Selma que lhe deu esse nome, porque ela adora contos e romances policiais, e já deve ter devorado todos os livros da Dama do Crime. A vida das duas é apertada, uma vez que sobrevivem da pequena renda fixa da avó, e da venda de doces. Quando a coisa aperta mesmo, a vovó Selma vende alguma de suas antigas jóias, para saírem do sufoco. O problema é que ela se preocupa com o futuro de Elaine, e com o fato de que as jóias não vão durar para sempre. :/

A aventura começa quando Elaine está voltando de mais uma venda de jóias de suas avó, de metrô. E uma moça vestida de amarelo, e totalmente angustiada, senão histérica, lhe dá uma boneca Maitê, e lhe diz para a encontrar no metrô República (impressão minha ou essa estação é o point dos acontecimentos dos livros das Vaga-lume? kkkk :P Chequem aqui.). A boneca é a sensação dentre os brinquedos para meninas, atualmente. E Elaine fica encantada com ela. Mas preocupada com a moça, que ao sair do metrô, parecia estar sendo perseguida. Chegando à estação, Elaine não vê a moça em lugar algum, e decide ir para casa.

Enquanto isso, Lena, a moça do metrô, conseguiu escapar de seus perseguidores, mas chegou tarde na estação República e desencontrou-se de Elaine. Agora, lhe cabe lembrar de sua curta conversa com a menina para localizá-la e recuperar sua preciosa Maitê, que vale muito mais do que aparenta. E assim é dada a largada nessa corrida alucinante. Nessa busca, chegar primeiro ao objetivo é vital, mas sair com vida não é uma certeza.

   O que mais gostei:

Wow! Isso dá tontura! Sério, põe alucinante nisso! Elaine, Victor e vovó Selma se veem no meio de uma verdadeira trama de romance policial: um roubo fantástico, criminosos perigosos, uma quantia em dinheiro que mudaria a vida e a cabeça de muitos... Em Corrida Infernal, Rey volta a abordar assuntos do cotidiano paulista, senão nacional: uma vida dura e simples, as dificuldades com moradia e sustento, apoio escasso, e injustiças sociais. Também nos fala um pouco sobre a vida nas favelas, poluição sonora e visual mas, indo além disso, nos mostra exemplos de personagens que não se deixam abalar, e fazem a sua parte em construir um presente melhor principalmente para aqueles que mais precisam.

#EuLi #MarcosRey #Vaga-Lume


   Citação Preferida:

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